Peeling

A História dos Peelings


A história dos peelings químicos iniciou-se na antiguidade, quando os egípcios tomavam banho com leite fermentado para amaciar a pele, fazendo uso das propriedades de um alfa-hidroxiácido, o ácido lático.

Em 1871: Tillbury Fox foi considerado o dermatologista pioneiro em matéria de peelings químicos, por utilizar o fenol a 20% para clarear a pele.

Em 1882: P.G. Unna relatou as propriedades do ácido salicílico, resorcinol, fenol e do ácido tricloroacético.

Em 1903: George Miller Mackee começou a utilizar o peeling de fenol para o tratamento de cicatrizes de acne, publicando os resultado somente em 1953 junto com o Florentine Karp.

Durante a primeira metade do século 20, existem poucos relatos sobre peelings na literatura científica.

Em 1961: Gordon e Baker documentaram em fotografia os excelentes resultados obtidos através da utilização do peeling de fenol 88%.

Na década de 70: Van Scott e Yu realizaram o primeiro peeling com alfa-hidroxiácidos, que posteriormente, na década de 90, atraiu a atenção da mídia.

Em 1986: Brody e Hailey combinaram dois agentes superficiais, dióxido de carbono sólido seguido de ATA para produzio um peeling com profundidade média.

Em 1989: Monheit utilizou outra técnica de peeling com profundidade média aplicando o resorcinol, ácido salicílico e ácido lático (solução de Jessner) seguido de ATA.

A partir da década de 90: O ácido retinóico surge como uma possibilidade de peeling para o tratamento do fotoenvelhecimento.

Atualmente os peelings químicos são considerados uma forma eficaz para melhorar a aparência da pele, minimizar rugas, pigmentação irregular, melasma, lentigos, ceratoses actínicas, asperezas, cicatrizes superficiais. E, cada vez mais, combinações de ativos e concentrações variadas são utilizadas com o objetivo de atingir o sucesso terapêutico

compilação: Dermatus